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sábado, 2 de junho de 2012

recife noturno

da janela brinco com as luzes na cidade mal silenciosa eu da janela traduzo critos,vozes de uma noite extante onde a temperatura envolve-se no corpo corpo tremulo ezuberante boca umida da vnho em pretos copos. o perfume já não se sente mas olhos de cores divegas na naoite e cada movimento o corpo pede mais. 03:23 da madrugada minha mente quer dormir meu tremulo corpo suimiso ao sexo ensiste pra ficar.

quinta-feira, 1 de março de 2012

fevereiro

Nada sou,nada serei
ao menos neste mês queria morrer
pra não ser você que nunca terei
odeio a fé,ela mim faz crer.

O silêncio mim acalma
sinto raiva,medo e irá
neste mês venderei minha alma
fugir eu queria,eu queria.

não posso abandona meu medo preciso mata
talvez torna-me forte pra você
a tristeza que corta
meu coração a cada lua do anoitecer.

Fevereiro odeio você
hoje,só hoje enxerguei a verdade
mas ainda tem um novo amanhã-cer
pra mim fevereiro,pra você na cinza cidade.

silêncio gótico

Não a nada na escuridão
mas tem algo que assombra
a minha solidão
que mata,quebra.

Cheio da noite,doce beijo imortal
carinho pra quem não sabe deseja
cada passo no escuro é fatal
não apenas sonhe,seja.

Logo mergulhos em pesamentos
estranho sou chamado
triste lembro dos melhores momentos
no qual amei alguém do meu lado.

acordo afastando todos com meu alha
no final quero apenas o silêncio da poesia gótica
mas a chuva não molha
com água,com lágrimas poética.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

filosofoteca gótica

Pensei,choraria vendo à minha imagem
pura semelhaça fingida de deus
no frio da lágrimas triste viagem
sem volta,adeus...

Entre parede assisto minha vida melancólica
em cana preto e branca
no som triste da arte gótica
vendo papeis voarem,entre os bancos.

Olhando,pensando porque esta aqui?
nem sempre o amor é romantismo
até chegar no fim
deixando sinceros pesos de pessimismo.

A vida chega na cena final
silêncio quebrado por aplausos
pra alguém que não será imortal
mas deseja à história pra ter seu passos.

a travessia do inferno

Lágrimas cai do meus olhos escuro
minhas lembranças que machuca
fazendo sagra por dentro minha boca
no caminho enormes susuros.

Meu corpo já não aguenta mas
meu coração acabou de para por culpa da dor
minha visão já não sabe mas o que é cor
amigos já não tenha mas.

A morte esta comigo agora
não chorei por você
que rir de mim no fim do anoitecer
agora mora.

Eu estou vendo
que tudo sempre foi ilusão
extaser,triste sensação
do desejo do orgasmo dizendo.

Teu corpo cheio de pecado
quis um dia mim beija
eu que disse,assim seja
indo pro inferno com você ao meu lado.

Atravessei o inferno por alguém
que nunca mim desejo
que nunca mim beijo
atravessei o inferno por niguém,por niguém.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

o lado escuro da lua

SOU o lado escuro da lua,o qual niguém observar ou mesmo admira.
aquele que niguém lembra,mas pendem pra ser lembrado a cada chegada de uma noite.
o lado do qual não chora,não sorrir,não ama só sofre a dor doentia de quem chora a noite.
NÃO mas ama niguém.sozinho pensa,imagina,sonha,,cria,erra,acerta e encontra aquilo que o torna inperfeito.seu coração o unico que quebra o silêncio frio calsado por palavras lindas e verdadeira,que recria e em segundos destroi.
SOU a mentira dentro da viegem verdade que se diz clara,linda,amiga,perfeita.
sou eu pequeno,triste,quieto um gênio não conhecido por muitos.que nunca quer ser perfeito porque se adapitou a seus defeitos tornando eles em amigoa.pranão ter longe os inimigos.
SOU você que ver,que ler curiosamnte imaginado como sou frio,feio,bonito,branco,preto.mais já possuo um amor,compreensivo,amado tão adorado,distante e enperdoavel como a chuva...

sábado, 18 de fevereiro de 2012

nobre melodia

estava eu andando entre mortos,perdida no campo de
negras rosas ferida por alguns espinhos,derramava meu
sangue,sentia meu espírito,me deixa por alguns instantes.

sentei-me então perto à moir lápide,ouvir sussurros do
vento,queravamm aquele silêncio,harmoniava aquele momento...
e naquela nobre melodia confusa,eu me perdia.

negras sombras já estavam a me envolver e meu
coração,eu nem sentia mais bater,e num momento repentino
já era finito meu desatino.meu coração já voltava a daer e as sombras começavam a desaparecer.

com o tempo,já não ouvia mais o vento dentro de mim,
gritaram eus lamentos e novamente...eu estava andando
entre os mortos perdida num campo de negras rosas.