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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Mundo novo

eu não posso
sair daqui sem você
mas me esforço
pra te esquecer.

pois o sentimento
que pairava em meu peito
se tornou um tormento
e mais um defeito.

hoje o riso
não mais existe
e onde piso
você não existe.

meu mundo é outro
universo oposto
me deixe solto
a meu próprio gosto.

e saia de vez
da minha mente
seja cortêz
e não mais me atormente!

Razão maior do meu viver

Você chegou perto de mim
Me dizendo que não me quer
eu te amo mesmo assim
faço tudo que você quiser.

Fiz de tudo pra te ver feliz
diga que me ama
Você é tudo que eu sempre quiz
meu sonho de amor.

Meu mundo com você é só felicidade
eu te amo deverdade
flor do meu jardim
sonho com você a noite inteira
dessa vez não vou dar bandeira
porque nosso amor não tem fim.

Agora meu mundo é seu mundo
uma imensidão de prazer
eu não esqueço nenhum segundo
quando eu estou perto de você
razão maior do meu viver.

Você

Seu olhar
é fogo, é luz
Seu olhar
é o mar, é o ar
que me alimenta
Seu rosto
é o amor, é a dor
Seu rosto
é senhor dos sonhos
é amor, é dor que se sente.

Seu olhar
é brilho profundo
Seu olhar
é o mistério de amar
que quero encontrar.

E seu rosto
é o mar, é o luar
é tempestade, é ar
e seu olhar a
não se encontra
em qualque lugar.

E se?

E se a vida não fosse
ou deixasse de ser?
e se antes de tudo
pensasse em fazer?
fazer diferente, e se eu não errasse?
e se um dia eu não amasse?

Paro, penso, reflito
e se?
e se fosse diferente, ou se não acontecesse?
e se?
e se tivesse perdido?
e se não tivesse ganhado?
e se fizesse como eu quero?
e se eu não fosse manipulado?

E se essa força não existisse?
e se eu agisse sem ter grandes?
e se a liberdade fosse plena?
a vida não fosse curta
e a infância pequena?
e se?

E se eu não existisse?
e se meus pais não se amassem?
e se tu não me pedisse?
e se tu me odiasse?
e se tu me amasse?

E se eu não perguntar?
e se eu só sonhar?
e se tudo acontecer sem mim?
ou se eu soubesse de tudo?
e se o mundo não fosse aqui?
fosse lá,fosse cá?

E se eu te perguntar?
e se tu me responder?
e se realizar
odesejo de querer?
e se eu não amar?
e se eu morrer?

Tempo

Seu crescer o entender e aprender
seu viver compreensão, sabedoria
de uma vida.

O futuro o que virá e dará
o passado tudo que ficou para traz
à léguas, tristezas, sorrisos, lágrimas e
angústia mais ficará sempre para superar e
viver o amanhã.

O presente algo inesquecível
dia que será passado, um dia
que já foi futuro o dia que marca
o agora esse dia presente.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Consolo

minha vida é um atropelo
de torpes sentimentos podres
mas mesmo assim faço um apêlo
àqueles que ouvem minhas dores

se me tiverem como amigo
protejam-me
se me tiverem como inimigo
ataquem-me
mas se me acham invisível
vejam-me

pois o único consolo
de uma alma rejeitada
é comer as migalhas do bolo
da amizade, para tanto criada

Desejos vampíricos

Eu quero te tocar
sem temer meus gestos
E quero te acariciar
sem precisar de segredos

Quero colar minha pele à tua
só para sentir o seu suave toque
e te contemplar totalmente nua
pra me sentir longe da morte

Seu perfume não me sai da cabeça
seu olhar, minha perdição
às vezes quero que desapareça
não compreendo essa sensação

Do meu esquife fico a te observar
tanta inocência, tanta pureza
seria um pecado te violar
e destruir a sua beleza.

Eu e você

Difícil entender o mundo lá fora
quando tudo some aqui
bem próximo a mim
quando ninguém jamais chora.

Eu encontrei você
quando só pensava em mim
escrevendo a cada dia meu fim
você abraçou-me no amanhecer.

Não queria que estivesse tão próxima
porque não quero te ver chorar
quando eu for embora
mas com você aprendi a amar.

Agora tudo parece triste sem você
corro pra te alcançar
porque és minha esperança
pra que eu possa ver a lua no anoitecer.

Eu e você totalmente celestial
brilho no olhar
lindos beijos a te molhar
em um abraço imortal.

Você me estendeu a mão quando eu chorava
eu tinha e acreditava na tristeza
você calma e tímida com sua própria beleza
pra mim você em um céu de estrelas cantava.

Minha dor, meu prazer!!!

Eu sempre quiz entender tudo
que me cercava, só que chegou
um tempo em que respostas
não eram o bastante.
Sua pele fria; seus olhos
me decifravam; sua
boca! : tudo que eu
mais queria!...

Gritei! Chorei!
Tudo estava se misturando
de um jeito estranho!
Eu te queria perto, mas tinha
medo do que poderia
acontecer comigo!

Adormeci em meus sonhos, e
me perdi em você!...
Amor pra mim, passou
a ser apenas ema palavra
onde eu só podia ver NADA!

À noite dentro do meu quarto, eu
esperava você abrir a porta e de
um jeito delicado desejar a
minha morte, calado parado
e frio!

lembre de mim e morra

Estava andando sozinha...
Sempre chovia...
Meu corpo doía e tudo sempre sumia...
Gritos......gritos.........gritossssss!!!!!........
eu gritei!!!!!! você não escutou?????

Eu sangrei até morrer por dentro.por
fora tudo estava aparentemente normal, com excessão do meu corpo
molhado!!!
Sei que nunca vai entender o que me fez sangrar, mas se um dia por
acaso alguém te fizer uma ferida, lembre de mim e
morra!!!!!!!

grito por ajuda

Não entendo o porque de eu dar tanta importância a coisas pequenas!
Pedras pra mim, hoje são só pedras, antes não era assim, de pedra em pedra eu construia meu palacio.
Ser grande e não ser nada, não sei onde fico porque não sei onde estou.pedras hoje são só pedras...
eu poderia esquecer essas coisas, só que machuca o fato de não poder ir a nenhum lugar porque um nada não existe!
melancolizar os fatos, e fazer deles um apoio, um tanto quanto sem nexo,fazer perguntas e não ter respostas; saber que um dia tudo vai embora, e restar pra você apenas o: PRA ONDE FORAM AS COISA? ONDE SE METEU MINHA VIDA?
Nessa hora não vai adiantar de nada soltar o verbo, nem chutar o balde!
Se um dia você pensou em me ajudar e eu simplismente neguei em te ouvir, eu to gritando por ajuda agora!!!!!!!!!
QUER SER MEU AMIGO???????
Então apenas apague a luz e feche a porta,pois eu preciso morrer sozinha!!!!! Ao menos na hora da minha morte quero conhecer a razão!!!!!!

domingo, 20 de setembro de 2009

Ensaio

Penso em escrever
E nada sei
Que possa te Dizer
Que possa te tocar.

Entao eu deixo os olhos verem
o que os olhos sentem
Nada mais
Numa escanda sem fim
vou duscar o que não vem pra mim.

E meu coração sente
o que os olhos vêem
que não é só e noção
penso que te escrevem uma canção.

Vou contar ou cantar
o que nous olhos vêem
o que meu corção sente
E o quanto quero te encontra.

O que os olhos vêem
É algo tão grande
Que não se pode contar.

Polly

O brilho marca a tua falta
em plena chuva que chora
sei que os bons momentos não volta
nem mesmo se altera a hora.

As palavras que sai da tua boca nua
inavante dolorosamente a minha alma
quando te imaginava desnhada na lua
quando nada mim acalha.

Queria te ver agora
talves pertinho de mim
Pra esquecer a noção da hora
Pra esquecer que existir o fim

Polly, eu não queria ir embora
Logo agora que te conhecim
Porque sei que a saudade devora
as flores, as rimas a mim.

Tudo que eu sonhava
quando você era criança
eu olhando pras nuvens e imaginava
você com toda minha esperança

Nas triste eu ficava
Porque você nunca surgia
As lágrimas a alma lavava
e os barulho das gotas calsava-me agonia.

Por fim você mim notou
que eu ja não acreditava
que em outra vida mim abraçou
o mesmo estranhe garoto que nunca chorava.

Em relação a você

Tudo era tranquilo, até que um dia, descobri que tudo me leva a procurar respostas para o que eu sentia em relação a vivê!
Enquanto eu era morte, e simplismente morria dentro de mim, você se ocupava em não olhar pro lado e nao me pesceber; detalhadamente vivia... Você era vida e eu de forma triste sufocava aos poucos e morria! Você vida, e eu morte!!!...
Grande diferença entre eu e a criatura que me fazia sentir mal! Você quente e eu fria! A querra entre o dia e a noite, e sempre em mim tudo adormecia.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Quem sou...

Sou o que sou
O tudo e o nada
A água e o fogo
O preto e o prata

Sou o que vê sem ser visto
O que ouve sem ser ouvido
O que fala e não tem resposta
E que vive após ter morrido

Sou o posto e o oposto
A cara e a coroa
A poeira e a neve
Omormaço e a garoa

Sou um dualidade única
Um ser inanimado
Que de tanto adimirar-te
acabou nesse estado...


terça-feira, 8 de setembro de 2009

Dor da morte

sinto uma enorme dor em meu estômago
como se roubasse-me minhas viseras
se ao menos essa dor parace logo
não pensaria em ter que chora.

meu dia parece terrível
quando à dor da morte deseja
seu hospedeiro fiel
triste da morte que não pode beija.

seria um amor eterno
a ponto de se suicida
neste tempo moderno
as pessoas não pensam em nada.

dor da morte pensada
odeio ser o abrigo pra você
e te sinto em mim tão pesada
mas logo você vai embora quando alguém aparecer.

A ópera fantasma

você consegue canta pra mim?
mesmo eu não estando dentro de você?
te fazendo esquecer o fim
quando surge o anoitecer.

não fique triste ouvindo a ópera
triste é dizer que sou só um fantasma
na espera de uma nova era
e por alguém pra amar.

você surgir pra mim do espelho espelhado
com a rosa vermelha da dor
quando nunca mas fui beijado
por você meu amor.

triste desejo ardente
que muito perturba minha alma
entrando na minha mente
e sua lembrança nunca mim acalma.

a sua morte

um dia chorei por alguém que se foi
quando eu lembrava
da primeira vez que disse-me oi
você mim disse que nunca chorava.

eu esperei você volta pra mim
a cada chuva fria
que manchava a cada fim
quando você não mim dizia.

eu também não queria chora
mas porque mim abraçou?
se ainda não tinha a cura
do mau que te alcançou.

agora percebo sua morte em mim
e por que já não sinto mas desejo
não vendo nada além de mim
esquecendo seu frio beijo.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

frio da noite

no quarto escuto o que não quero ver
o frio invade minha alma
como se a escuridão quese-se me dizer
que o asubio frio da noite acalma.

as pequenas batidas frias do meu coração
triste escuro que não vejo nada, apenas minha dor
que a tanto tempo não tem solução
que a tanto longo tempo a ela nunca amor.

porque eu não queria dizer?
o que realmente me machucava no anoitecer
o que aquilo com migo fazia, quando não queria fazer
na grande escuridão não era eu, nem mesmo você.

apenas algo cujo não sorria
quando escutava eu chora
apenas algo cujo não dizia
quando iria para.