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domingo, 20 de setembro de 2009

Polly

O brilho marca a tua falta
em plena chuva que chora
sei que os bons momentos não volta
nem mesmo se altera a hora.

As palavras que sai da tua boca nua
inavante dolorosamente a minha alma
quando te imaginava desnhada na lua
quando nada mim acalha.

Queria te ver agora
talves pertinho de mim
Pra esquecer a noção da hora
Pra esquecer que existir o fim

Polly, eu não queria ir embora
Logo agora que te conhecim
Porque sei que a saudade devora
as flores, as rimas a mim.

Tudo que eu sonhava
quando você era criança
eu olhando pras nuvens e imaginava
você com toda minha esperança

Nas triste eu ficava
Porque você nunca surgia
As lágrimas a alma lavava
e os barulho das gotas calsava-me agonia.

Por fim você mim notou
que eu ja não acreditava
que em outra vida mim abraçou
o mesmo estranhe garoto que nunca chorava.

Um comentário:

  1. adorei as palavras foram bem utilizadas e interpretada de uma forma legal

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