Na madrugada
sozinho em meu quarto
passo a noite gelada
escrevendo este relato
E me pego a derramar
o líquido proibido...
e volto a desperdiçar
o tesouro conseguido...
As palavras rasgam
a pureza do papel
simultaneamente limpam
a minha mente em breu
E me fazem esquecer
o porque de aqui estar...
e me fazem compreender
o porque de te deixar...
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
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