uma vida primordial,o luar brilhando,
demostrando sombras uma escuridão
prateada,do lado da escada,ao lado do
porão,descendo lentamente sobre meu corpo pálido.
em um lenço de papel,vejo fitas roxas
cobertas de sangue.o olhar fecundante,
parado e nebulante,sem ter onde ir...
estou delirando sobre á vida vazia,da triste
sabedoria,que tenta aliviar meu tremar o
toque pesado das correntes grisalhas,que
aproxima-se perto da sala.
pela brisa gelada,e a cruz virada,em
uma nova estrada de fuga adormecente!
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
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