uma vida primordial,o luar brilhando
demonstrando sombras.uma escuridão
prateado,do lado da escada,ao lado do
porão,descendo lentamente sobre meu corpo palido.
em um lenço de papel,vejo fitas roxas
cobertas de sague.o olhar fedundante
parado e nebulante,sem ter onde ir...
estou delirando sobre à vida vazia,da triste
sabedoria,que tenta aliviar meu tremor
o toque pesado das correntes grisalhas,que
aproxima-se perto da sala.
pela brisa gelada,e a cruz virada,em
uma nova estrada de fulga adormencente!
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
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